segunda-feira, 5 de junho de 2017

Jesús Soto





Jesús Soto (1923-2005) Nasceu em Bolivar, Venezuela. Cidade pequena, sem ligação com a capital Caracas e muito pobre em atividades culturais, com um cinema. Para sobreviver pintava cartazes com o nome dos filmes a serem exibidos. Aprendeu música tocando violão. Com uma pequena bolsa, mudou-se para Caracas, onde estudou na Escola de Artes Plásticas. Lá, conheceu Alexandro Otero, famoso artista venezuelano. Ao tomar conhecimento de uma obra de Braque passou a interessar-se pela arte geométrica. Entre 1947 e 1950, dirigiu a Escola de Arte de Maracaibo, antes de mudar-se para Paris com uma bolsa. Para poder ganhar algum dinheiro extra, tocava violão na rua. Conheceu Agam, Tinguely e Vasarely ligando-se ao Abstracionismo. Suas pesquisas iniciais foram influenciadas por Melevich e Mondrian. Em 1953, começou a investigar possibilidades de criar novos efeitos ópticos. Pela primeira vez, fez uso de motivos cinéticos em sua obra. O artista aplicou, em seguida, os princípios da sobreposição dos motivos de tramas curvas ou das elipses. Em 1955, participou da histórica exposição de arte cinética da Galerie Denise René. De 1956 produziu uma série de estruturas cinéticas exibidas em diferentes países. Em 1960, recebeu o Prêmio Nacional de Pintura da Venezuela. Em 1965, realizou sua 1a individual nos Estados Unidos. A partir dos anos 70, Soto expôs em lugares como o MoMA e o Museu Guggenheim, em Nova York, o Centre Georges Pompidou, em Paris. Participou das Bienais de Veneza e de São Paulo. Em 1995, foi agraciado com o Grande Prêmio Nacional de Escultura da França.Morreu em Paris. Um museu com seu nome foi inaugurado em sua cidade natal Bolivar. Participou das Bienais de Veneza e de São Paulo.




Métamorphoses, 1954



Doble Tranparencia, 1956. Coleção Patricia Cisneros.


Armonía Transformable, 1957.


Sem título, 1957. Universidade Central da Venezuela.


Dynamique de la couleur 1957. Foto: André Morain.


Sem título, 1960. MoMA, Nova York.

Sem título, 1961. Coleção particular.


La Piscine 1962. The Museum of Lines.


El Tambor, 1963. Coleção particular.


Vibrations, 1965.

Penetrable, 1967. The Art Institute, Chicago




Sem título, 1971. MoMA, Nova York.



Rojo Central, 1980.

Penetrable Amarillo, 1998. Coleção Cisneros.



Blue Penetrable, 1999.

Sphére Blue de Paris, 2000. Museu Jesus Soto.


Cercle Bleu dans le Carre, 2000.


Grand Violet, 2001.


Ortogonal Vibrante y Cuadrado, 2002



Museu Jesús Soto. Bolivar, Venezuela.


Livro

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