segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Indicação de Livro: Leonardo da Vinci -Walter Isaacson



Um dos mais proeminentes biógrafos de nosso tempo, Walter Isaacson iniciou a carreira no jornalismo, foi editor da revista americana Time e presidente do conselho de administração e CEO da rede CNN. É o autor de complexos e abrangentes retratos de algumas das mentes mais inovadoras e influentes de nossa história, entre eles as biografias de Steve Jobs, que teve como base mais de quarenta entrevistas com o cofundador da Apple, e a biografia de Albert Einstein.


  • 640 páginas
  • Editora: Intrínseca (20 de outubro de 2017)
  • Preço: 39,00 Amazon, Cultura e Saraiva.

Convite para visita guiada com Bernardo Mosqueira - Exposição "Espelhos d'água" de Luiz Braga



Fronteiras da Pintura Fronteira da ilusão Museu dos Correios de Brasília, com Pedro Gandra



Pintura do tipo Brasileira na Casa França-Brasil ABERTURA 21/11 Às 16h até 20h.


Nuno Ramos | A gente se vê por aqui (Globo 24h)



Entre o início do Fantástico deste domingo (em torno de 21h) e o Jornal Nacional de segunda-feira, dois atores estarão no palco do Teatro Renascença em Porto Alegre, interpretando, improvisando, distorcendo, recriando, durante 24 horas contínuas, o áudio da programação da Globo.
O palco contará com um kit-sobrevivência para os atores (banheiro químico, cozinha, sofá, cama), além de jogos, equipamentos fitness, elementos cênicos, material de limpeza.
O evento será transmitido pelo Facebook. Acompanhe!

22 nov | abertura [opening] MA, curadoria de [curated by] Luisa Duarte Luciana Caravello Arte Contemporânea




Luciana Caravello Arte Contemporânea inaugura, no dia 22 de novembro de 2017, a exposição coletiva “Ma”, com cerca de 30 obras recentes e inéditas, que tratam da importância da pausa e do silêncio, em um mundo com tantas informações. Com curadoria de Luisa Duarte, serão apresentadas pinturas, esculturas, objetos e intervenções de 19 artistas: Alexandre Canonico (Pirassununga, SP, 1974), Ana Linnemann (Rio de Janeiro, 1958), André Komatsu (São Paulo, 1978), Anna Maria Maiolino (Scalea, Calábria, Itália, 1942), Daniel Steegmann Mangrané (Barcelona, 1977), Fernanda Gomes (Rio de Janeiro, 1960), Leticia Ramos (Santo Antônio da Patrulha, RS, 1976), Lucas Simões (Catanduva, SP, 1980), Manoela Medeiros (Rio de Janeiro, 1991), Maria Laet (Rio de Janeiro, 1982), Marcius Galan (Indianapolis, EUA, 1972), Mira Schendel (Zurique, 1919 - São Paulo,1988), Nicolás Robbio (Mar del Plata, Argentina, 1975), Paloma Bosquê (Garça, SP, 1982), Rodrigo Cass (São Paulo, 1983), Romain Dumesnil (França, 1989), Túlio Pinto (Brasília, 1974), Valdirlei Dias Nunes (Bom Sucesso, Paraná, 1969) e Vivian Caccuri (São Paulo, 1986).

As obras da exposição possuem uma geometria sensível, paletas rebaixadas, com cores de baixa intensidade, que se contrapõem ao mundo atual, onde temos sempre muitas imagens, muitas cores e muitas informações por todos os lados. “São obras que caminham na contramão de um presente marcado pelo regime do espetáculo, da aceleração e da hipervisibilidade”, afirma a curadora Luisa Duarte.

A maioria das obras da exposição é recente ou inédita e algumas, como dos artistas Paloma Bosquê, Manoela Medeiros, Rodrigo Cass e Vivian Caccuri, foram produzidas especialmente para a mostra. Mesmo seguindo esta linha, a curadora optou por também incluir a obra “Buraco ao Lado”, de Anna Maria Maiolino, que faz parte da série “Desenho Objeto”, de 1976/2005. O emblemático trabalho, que foi incluído por se enquadrar na proposta da mostra, é composto por diversos papeis brancos sobrepostos e recortados, que são colocados dentro de uma caixa de madeira com vidro.


Alguns dos trabalhos da exposição possuem cores neutras e delicadas, como é o caso das obras de Fernanda Gomes, feitas com madeira e tinta branca, e Valdirlei Dias Nunes, que apresenta dois relevos em que placas de mdf são envoltas por uma fina camada de madeira de cedro, como se fossem quadros.

Em outros, a ideia da pausa aparece em obras que parecem ter tido o movimento interrompido, como “Cumplicidade #5”, de Túlio Pinto, em que uma grande barra de concreto e uma bola de vidro são segurados por uma corda, e “Corpo de prova nr 17”, de Lucas Simões, em que um bloco de concreto não está totalmente apoiado no chão. Em ambas, a sensação é de que os objetos podem se movimentar a qualquer momento. Este também é o caso de “Ponto de Fuga” (2015), de Marcius Galan, em que o artista faz um rasgo na parede, onde coloca uma barra de ferro, que também é apoiada no chão.

“Em meio a uma época na qual a arte é convocada a escolher e verbalizar, constantemente, uma posição sobre o mundo, ou seja, possuir um discurso, escolher um lado, narrar situações do âmbito real, ‘Ma’ surge recordando a importância da pausa, do intervalo, do vazio necessário para que algo possa, novamente, ser dito de forma potente”, diz a curadora.

O nome da exposição vem da palavra japonesa Ma, que pode ser traduzida como a experiência do espaço que inclui elementos temporais e subjetivos. A exposição é a continuação de um projeto recente da curadora Luisa Duarte, que já realizou outras duas mostras seguindo esta mesma linha de pesquisa. O nome da mostra surgiu a partir de um texto da crítica e curadora Kiki Mazzuchelli sobre a obra de Paloma Bosquê, que estava presente em uma dessas mostras.

SOBRE A CURADORA 

Luisa Duarte é crítica de arte e curadora independente. É crítica de arte do jornal O Globo, desde 2009. Mestre em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica - PUC-SP. Doutoranda em Teoria da Arte pela UERJ em 2017. Foi por cinco anos membro do Conselho Consultivo do MAM-SP (2009-2013). Foi curadora de diversas exposições e do programa Rumos Artes Visuais, Instituto Itaú Cultural (2005/ 2006); integrou a equipe de curadoria de Hans Ulrich Obrist para a mostra “The Insides are on the Outside”, Casa de Vidro de Lina Bo Bardi, São Paulo, 2013; Foi organizadora, com Adriano Pedrosa, do livro ABC – Arte Brasileira Contemporânea, Cosac & Naify, 2014.

MA
curadoria: Luisa Duarte

abertura: 22 novembro 2017
horário: 19h às 22h

exposição: 23 novembro a 21 dezembro 2017 
horário: seg a sex – 10h a 19h / sáb – 11h a 15h

domingo, 19 de novembro de 2017

Imagem Semanal: Ofélia


O tema Ofélia foi abordado ricamente pelos pintores Pré-Rafaelitas.

 Hamlet descobre que o seu tio, Cláudio, casado com a sua mãe, Gertrude, logo após a morte do seu pai, foi na realidade o autor dessa morte. A revelação do 
assassínio é feita Hamlet pelo fantasma do pai quando Cláudio  tinha usurpado o trono do irmão. A culpa de Cláudio é transmitida ao público indiretamente, através de Hamlet, que partilha a verdade com o seu companheiro Horácio Atormentado pelo conhecimento dos fatos e desconfiado de todos à sua volta,
 Hamlet acaba por causar a morte da sua amada Ofélia e de seu pai, Polónio. A hostilidade de Hamlet desencadeia uma outra vingança: Laertes,irmão de Ofélia, associa-se a Cláudio para vingar a morte do pai e da irmã.
Ofélia morreu afogada, num provável suicídio. A bela Ofélia, que amava Hamlet, vê-se privada do seu amor, passa a dar mostras de loucura após a morte do seu pai, Polónio, que fora assassinado por Hamlet. Enquanto Ofélia enlouquece, Hamlet apenas finge perder o juízo para conseguir vingar a morte do falecido Rei Hamlet, seu pai; e a sua melancolia forjada atinge tal grau que o leva a divagar sobre o suicídio.
Hamlet é uma tragédia de William Shakespeare.




Benjamin West (1738-1820)  Ophelia and Laerte, 1792. Cincinnati Art Museum.


Richard Redgrave (1804-1888) Ophelia Weaving Her Garlands, 1842. Victoria and Albert Museum, Londres.



Ferdinand Victor Eugene Delacroix (1798-1863) The Death Of Ophelia, 1844. Museu do Louvre, Paris.

John Everett Millais (1829-1896)  Ophelia, 1851, Tate Gallery, Londres.


John Everett Millais (1829-1896) Study for the painting Ophelia, 1851.


Arthur Hugues (1832-1915) Ophelia, 1852.




Paul Delaroche (1797-1856) The Young Martyr/Ophelia, 1855. Museu do Louvre, Paris.


Dante Gabriel Rosseti (1828-1882) Hamlet and Ophelia, 1858.  British Museum, Londres.


Arthur Hughes (1832-1915) Ophelia,1863. Ashmolean Museum of Art and Archaeology  University of Oxford.


Auguste Préault (1809-1879) Ophelia 1876. Musée d'Orsay, Paris.


Jean-Baptiste Bertrand (1823-1887) Ophelia. Coleção particular.










Alexandre Cabanel (1823-1889) Ophelia, 1883. Coleção particular.


Mikhail Vrubel (1856-1910) Hamlet and Ophelia, 1883. Hermitage Museum, São Petersburgo.


Pierre-Louis Pierson (French, 1822–1913), The Countess of Castiglione as Ophelia, Metropolitan Museum of Art.


John William Waterhouse (1849-1917) Ophelia, 1889. Localização desconhecida. 1a versão.

John William Waterhouse (1849-1917) Ophelia, 1894. 2a versão.



John William Waterhouse (1849-1917) Ophelia, 1910. Andrew Lloyd Webber Collection. 3a versão.


Pascal-Adolphe-Jean Dagnan-Bouveret (1852 –1929) Ophelia, 1900. Coleção particular.


Agnes Pringle (1853-1934) Hamlet and Ophelia, s.d. Chiswick Town Hall.

Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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